Deu a Louca em Hollywood

Epic Movie (2007)
Direção:
Jason Friedberg e Aaron Seltzer
Com: Kal Penn, Adam Camobell, Jennifer Coolidge, Jayma Mays
Sinopse: Quatro órfãos recebem um bilhete dourado que os leva para a terra de Gnarnia, onde eles têm de salvar seu povo da maléfica White Bitch.

[Comédia(?)]

>>> Tanto espaço para sátiras hilariantes e até inteligentes, mas, no entanto, temos piadas absolutamente sem graça repetidas em excesso e (vários) momentos em que não se diz nada e nada acontece em cena.  Afora uma rara piada ou outra no começo, o filme realmente não vale a pena. Fica difícil acreditar que um roteiro escrito a quatro mãos é tão vazio de conteúdo e tão escasso de criatividade. Tem que ser muito ruim mesmo.

Filme: 1.5
Extras: Não Avaliados

Turistas

Turistas (2006)
Direção:
Jonh Stockwell
Com: Josh Duhamel, Melissa George, Olivia Wilde, Desmond Askew
Sinopse: Um grupo de jovens viajantes dos Estados Unidos, Inglaterra e Austrália viajam ao Brasil para se divertir, mas acabam vivendo as piores experiências de suas vidas. Ha.

[Terror/Suspense]

>>> Que o filme é uma piada todo mundo já sabe, mas eis aqui os motivos: 1º – A trama é simplesmente inexistente; 2º – Um vilão super canastra que entrega monólogos de botequim… no botequim!; 3º – Atuações que oscilam do razoável ao péssimo, principalmente a dos brasileiros dublados; 4º – Nem a tortura física que o filme promete acontece. Idiotice, porque é a grande jogada do “terror” atual; 5º – a óbvia polêmica acerca da forma que o Brasil e os brasileiros são retratados nem é tão polêmica assim, os gringos é que eram muito burros mesmo.

Filme: 1.5
Extras: 3.0

Pulse

\"Que tal se voltássemos para nossas respectivas séries?\"

Pulse (2006)
Direção: Jim Sonzero
Sinopse: Uma espécie de vírus de computador aterroriza uma cidade quando tomam forma e começam a fazer coisas estranhas com as pessoas.

[Suspense/Terror]

>>> Se os sustos clichês fossem o único problema desse filme, já estava de bom tamanho. Mas a história é mal planejada, e parece fruto de várias idéias jogadas num papel e que não foram checadas para ver se, juntas, faziam algum sentido. Nada é explicado e nada é lógico, e o espectador é deixado na mesma situação que se encontra no início do longa, observando os monstros “assustarem” e materem um a um os coadjuvantes que claramente só estão ali para serem vítimas. A única cena digna de nota é aquela em que representa-se o que acontece com a pessoa quando a vontade de viver lhe é tirada. O resto é tudo lixo. Kirsten Bell até tenta uma narração fajuta que surge do nada no fim, mas esse erro é logo corrigido porque o filme acaba.

Filme: 1.0
Extras: Não Avaliados